2 em 1 recebe Lícia Egger-Moellwald

Texto e fotos: Andrea Cippiciani

O programa 2 em 1 recebeu, no dia 10 de outubro, a diretora da INTRA Consultoria Empresarial e professora de Pós-Graduação da Universidade Anhembi Morumbi Lícia Egger-Moellwald, autora do livro Etiqueta Corporativa: O Sucesso com Bons Modos. O tema discutido nesta sexta foi 'O que você faz quando se depara com uma criança mal educada?'.

 

A Penélope deu a sua opinião com relação ao tema e foi curta e grossa: 'Quando presencio cenas de crianças mal educadas, olho tão feio para a criança – como se fosse dar aquela pisada no pé dela – que, às vezes, funciona.'

Um ouvinte do Rio de Janeiro escreveu para o e-mail do programa e disse que a vontade que ele tem quando se depara com uma criança mal educada é de dar vários beliscões.

Já um outro ouvinte, também do Rio de Janeiro, que é pai solteiro, disse que a pior coisa do mundo é uma criança mal educada. Ele tem um filho, de 4 anos, e morre de medo de deixar seu filho mal educado, manhoso e metido. Mas pra ele, só os pais podem brigar ou ralhar com seus 'anjinhos'.

 

Sobre o tema, Lícia disse que divide as crianças mal educadas em três tipos: 'gremlins', 'chucky' e 'exorcistas'.

'Crianças mal educadas de 1 a 6 anos são consideradas 'gremlins'. Você acha que eles são umas gracinhas. Você tem vontade de comer e mais tarde se arrepende por não ter comido. Crianças mal educadas de 7 a 11 anos são um perigo em potencial. Você pensa será que é verdade o que estou vendo? Depois dessa faixa etária, as crianças mal educadas são consideradas 'exorcistas'. E neste caso, você - com certeza - vai precisar de ajuda externa.'

Segundo Lícia, as crianças são mal educadas porque os pais não as policiaram desde cedo e a Gi concordou. A apresentadora ainda quis saber o que fazer quando o(a) filho(a) da melhor amiga faz alguma coisa dentro da sua casa, como por exemplo colocar os pés em cima do sofá 'branco', e Lícia comentou sobre o assunto.

 

'Se a mãe não percebe a atitude do(a) filho(a), você deve tomar uma atitude, pois essa criança está colocando em risco um patrimônio que é seu. Portanto você tem duas saídas: falar com a criança - de forma educada - para ela tirar o pé do sofá, ou pegá-la pela mão, fazendo com que ela deixe de fazer o errado, ou ainda conversar com a mãe. Porque você não é obrigada a tolerar isso.' 'Mas, é claro, você corre o risco daquela amizade ficar um pouco balançada', finalizou.

Para mais informações sobre a Lícia, acesse www.etiqueta-corporativa.com.br.

 

 

 


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